quarta-feira, 16 de julho de 2014

Para Refletir


            Podemos dizer que Italino Calvino vem nos cutucar com esse texto, nós educadores que estamos sempre buscando novas propostas, novas idéias para conseguir “sacudir”  o nosso aluno. O mundo atual nos obriga a ser dinâmicos. Mesmo na nossa prática pedagógica cotidiana é preciso atualização;  o último vídeo que “bomba” na internet, ou coisas assim. Então não podemos ter um modelo pronto de educação, pois esse, nunca vai existir. Essa máxima de “o melhor modelo” dentro da Educação está ultrapassada na sala de aula comum como também na sala de Recurso Multifuncional. É  de suma importância que nossa Educação Inclusiva valorize o ser humano como um todo, (seja ele deficiente ou não) através das suas potencialidades, respeitando suas diferenças e limitações, podendo assim colaborar para sua aprendizagem e integração na sociedade.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Informativo diferenciando Surdocegueira de Deficiência Múltipla

Informativo diferenciando surdocegueira de DMU

O material bibliográfico que nos foi exposto enriqueceu nossos conhecimentos sobre surdocegueira e DMU; podendo estabelecer definições, diferenças e por fim chegar a um conceso  de estratégias para alcançar o objetivo principal de aprendizagem dentro de uma proposta inclusiva.
A surdocegueira é uma definição dada mundialmente a pessoas que tem perdas visuais e auditivas ao mesmo tempo, podendo ser de graus diferentes, indo da surdez profunda a surdez moderada; como também pessoas com cegueira total ou com resíduo visual, sendo que pode-se já nascer surdocego ou pode-se adquirir as deficiências no decorrer da vida. Contudo são vários casos diferentes, onde pode-se r
A definição de Deficiência Múltipla varia em relação ao Brasil para os outros continentes. Aqui no Brasil é a junção de duas deficiências ou mais, podendo ser de ordem: Física e Psíquica; Sensorial e Física; Física, Psíquica e Sensorial.
A principal diferença entre surdocegueira e Deficiência Múltipla é a visão e a audição; elas são a base maior do conhecimento adquirido por toda a nossa vida, enquanto uma pessoa surdocega terá que fazer uso maior dos outros canais sensoriais proximais como tato,olfato, paladar, cinestésico, propioceptivo e vestibular.
No entanto  ambas necessitam de estratégias criativas no quesito comunicação, e para que ela ocorra de maneira satisfatória divide-se em receptiva e Expressiva onde serão melhor compreendidas

As informações podem ser dadas por diferentes fontes como escrita, fala, linguagem de sinais rádio, TV, objetos, figuras e outras mais; o importante será fazer desse material opções para dispor às pessoas com surdocegueira e deficiência múltipla uma interação, socialização e porque não uma aprendizagem, dentro das limitações de cada um. 

quinta-feira, 20 de março de 2014

Educação para os alunos com surdez

Educação para os alunos com surdez
       
         Enquanto os gestualistas  e os oralistas discutem sobre as melhores condições para a educação das pessoas com surdez, o que se tem e o que se vê é uma secundarização  por parte da sociedade para com as mesmas, pois que o lado social, cognitivo, cultural, político deveria ser levado em consideração e destacat principalmente o ser humano que é a pessoa com surdez, o que deve ser respeitado é o seu potencial em todos esses aspectos já citados, sendo que uma perda  sensorial auditiva não deve limitar uma pessoa; o ser humano em meio a todas as suas diferenciações acaba por se igualar na convivência, na experiência, nas relações, simplesmente por ser humano.
        Portanto não podemos admitir nenhum tipo de segregação das pessoas, com deficiência, ou não. Nosso objetivo maior na construção de uma Educação Inclusiva é inovar nas práticas pedagógicas, buscar o lúdico e as novas tecnologias a  nosso favor dentro da Escola, que a comunidade escolar procure manter a unidade nas relações sociais, culturais, políticas, enfim, tornar o ambiente escolar capaz de proporcionar aos indivíduos motivação para uma melhor aprendizagem.
        O ser humano na sua totalidade é um ser incompleto, em  construção, sempre aberto a novas experiências, nesse contexto a escola bilingui é uma das melhores chances para as pessoas com surdez desenvolverem suas potencialidades no processo de aquisição e desenvolvimento das línguas, mas que isso, é necessário que se crie um ambiente em que só a mera aquisição de uma língua como a Libras ou a Língua Portuguesa não seja instrumento fundamental para uma aprendizagem.
        As pessoas com surdez necessitam de ambientes educacionais estimuladores que  despertem seu interesse e principalmente despertem seu pensamento a fim de construir suas próprias concepções, conceitos e expectativas  dentro da nossa sociedade cheia de entraves e preconceitos, mas, em contrapartida cheia de perspectivas e inovações.
        O Atendimento Educacional especializado está organizado para dar um suporte, dentro e fora da escola, o AEE em libras, o AEE para o ensino de libras e o AEE para o ensino de Língua Portuguesa, são momentos didático-pedagógicos que devem ser trabalhados com parceria entre o professor da classe comum, o professor do AEE e o intérprete, buscando utilizar sempre  uma riqueza de materias e um grande acervo audiovisual para que o aluno venha adquirir competências gramaticais, contextuais, interpretativas suficientes para melhorar sua formação e  enriquecer seu currículo.
        Em suma, o que todos nós queremos e lutamos a cada dia é uma sociedade que priorize a Educação, e em especial a Educação inclusiva, e por que não, uma educação em que todos sejam contemplados, mesmo diante de suas especificidades e deficiências, que o respeito ao ser humano seja  a nossa maior  garantia de uma sociedade melhor e igualitária.











Bibliografia
DÁMAZIO, M. F. M.; FERREIRA, J. Educação Escolar de Pessoas com Surdez-Atendimento Educacional Especializado em Construção. Revista Invclusão: Brasília: MEC. V. 5, 2010. P.46-57.